Samara Martins: É por memória, é para contar a nossa história, é por verdade, para abrir os arquivos da ditadura, mas é por justiça e reparação.
Samara Martins: E aí quando a gente consegue, por exemplo, depois dessas mobilizações todas, ter generais presos agora junto com Bolsonaro, isso era o que deveria ter sido feito também com o golpe de 64.
Os torturadores e assassinos deveriam ter sido julgados, como foram em alguns outros países aqui da América Latina.
Samara Martins: As suas ditaduras tiveram o processo da justiça.
Samara Martins: Aqui se garantiu anistia irrestrita, né?