Cleitinho Azevedo: Eu quero olhar nos olhos dele e pedir ajuda, porque não adianta quem está devendo.
Cleitinho Azevedo: É a mesma coisa se eu estiver devendo para a Edilene aqui, eu ir lá conversar com a Edilene de uma forma grosseira, apontando o dedo para a Edilene e querendo que ela me ajude a poder eu pagar essa dívida para a Edilene.
Não vai ser com briga, com discussão, vai ser com diálogo.
Cleitinho Azevedo: Eu preciso, o próximo governador do Estado, eu preciso entender que ele tem que ter humildade.
Cleitinho Azevedo: de ter esse diálogo com o governo federal, até porque tudo que a gente arrecada aqui, nem fica aqui, a maioria volta pro governo federal, 70%.