Mateus Simões: No meu caso, eu acho que é mais óbvio o motivo.
Mateus Simões: Eu e o ex-governador Zema encontramos um Estado que estava... Foi absolutamente arrasado em 2019, salários atrasados, hospitais sem medicamento, obras paradas, o 13º salário não tinha sido pago, os municípios em muita dificuldade por falta de receber recursos e a gente gastou sete anos e meio para conseguir chegar no ponto em que nós estamos hoje, com as contas sendo pagas, investimentos sendo retomados, melhoras significativas na educação, na segurança e na saúde e eu não quero que a gente volte.
a viver o pesadelo que nós vivemos até 2018.
Mateus Simões: Então, eu diria que a minha presença na disputa eleitoral desse ano tem essencialmente o objetivo de não jogar fora um trabalho que custou muito para os mineiros e muito para Minas Gerais para ser realizado, garantir o legado do que o ex-governador Romeu Zema fez e conseguir avançar a partir daí, porque ainda há muita coisa para fazer em Minas Gerais.
Desconhecido: Governador, na avaliação do senhor, qual é o principal problema que o Estado ainda enfrenta hoje e qual vai ser o principal foco de uma eventual segunda gestão do senhor?