Mateus Simões: por ano, desde que a operação parou há nove anos atrás, prejudicando, inclusive, uma parte do governo pimentel também.
Mateus Simões: Além disso, a gente teve fugas de investimentos em todas as regiões do leste, que empobreceu gravemente nos primeiros anos depois do desastre, o que também abate as condições do estado de investimento.
Mas é uma preocupação justa e é por isso que a gente sempre cuidou para que esse dinheiro que veio dos dois desastres nunca entrasse no caixa livre.
Mateus Simões: Ele nunca pudesse ser usado para pagar dívida, não pudesse ser usado para pagar fornecedor, nem para pagar funcionário, porque, primeiro, é um dinheiro que custou sangue.
Mateus Simões: Segundo, ele não é uma renda recorrente.